Desde de muito pequena não lembro bem ao certo a idade talvez 2 ou 3 anos o fato é que, via ouvia e sentia a presença de forças , imagens e sons diferente. Na minha vida sempre foi normal viver cercada desse tipo de influência, se para algumas pessoas isso é loucura para mim é dom, um dom especial uma dádiva em meu favor, com ela eu me protejo, me defendo e por certas vezes escapo de possíveis situações de perigo.Não me encomoda o fato de dizer abertamente que sou instrumento de elo para psicografias muito menos o que algumas pessoas por ventura possam falar, a psicografia faz parte da minha vida, assim como a minha vida é intesamente ligada ao meu mundo de origem.
Certo dia sonhei com um jovem de seus 16 anos moreno no qual eu temia muito sua presença eu estava em uma parada de onibus a espera do coletivo que parecia nunca passar, foi quando dei sinal de parada e senti o jovem me puxar a principio pensei ser um assalto mas ao olhar o garoto fixamente vi em seu rosto um sorriso, e esse sorriso me parecia familiar algo que no momento não sabia explicar mas seu sorriso me fez feliz. Ele me pediu para não subir, então confusa o perguntei, mas porquê? então o jovem me tocou com as mãos nos meus ombros e disse: porque sou seu mentor guia, seu irmão e seu guardião somos ligado e fico feliz em poder dizer isso a você minha querida irmã, depois do terno abraço o sonho acabou, acordei feliz e até hoje temos contato por meios de psicografias e presença. Ainda irei falar muito
"O Médium é caracterizado como todo aquele que sente, num grau qualquer, a influência dos Espíritos é, por esse fato, médium. Essa faculdade é inerente ao homem; não constitui, portanto, um privilégio exclusivo. (...) Pode, pois, dizer-se que todos são, mais ou menos, médiuns. (Allan Kardec, O Livro dos Médiuns, capítulo XIV)".
"O pensamento é o laço que nos une aos Espíritos, e pelo pensamento nós atraímos os que simpatizam com as nossas idéias e inclinações". Allan Kardec. Entretanto, usualmente só se chamam de médiuns “aqueles em quem a faculdade mediúnica se mostra bem caracterizada e se traduz por efeitos patentes, de certa intensidade, o que então depende de uma organização mais ou menos sensitiva”. (Allan Kardec, O Livro dos Médiuns, capítulo IX)".